Transportadora, guincho, entrega, ambulância, máquina: o veículo é seu. Ele fica, roda todo dia, vence documento, gasta combustível e custa dinheiro até parado.
Um caminhão, uma van ou trinta máquinas: o que muda é o tamanho da frota, não a forma de controlar.
Transportadora, carga seca, frigorífico: CRLV, ANTT, tacógrafo e custo por km de cada carreta.
Entrega, representante, locação: quem dirige o quê, desde quando e quanto consome.
Ambulância, guincho, resgate: documento em dia e manutenção preventiva sem falha.
Retro, pá, trator: horímetro, revisão por hora trabalhada e custo por obra.
Empresa ou prefeitura: uso por setor, requisição de veículo e histórico de cada placa.
Entrega rápida: motoboy vinculado, CNH em dia e combustível por rota.
Role a página: o painel se endireita e mostra o que o seu encarregado vê todo dia de manhã.
Cada coisa puxa a seguinte: o abastecimento atualiza o hodômetro, o hodômetro vence a manutenção, a manutenção vira custo daquela placa.
Placa, tipo, ano e o km atual. O hodômetro sobe sozinho a cada abastecimento, viagem ou leitura do rastreador.
Quem dirige o quê, desde quando. CNH, toxicológico e exame médico com a data no cadastro, não na cabeça de alguém.
CRLV, IPVA, licenciamento, seguro, ANTT, tacógrafo. O sistema avisa antes de vencer.
Litro, valor e km do tanque. De cheio a cheio ele calcula o consumo real e o gasto por quilômetro.
Preventiva por km ou data e corretiva por status. Peça, mão de obra e oficina viram custo daquela placa.
Viagem com carga e pedágio, entrega com prazo, e o mapa dizendo onde cada veículo está agora.
O sistema soma o que cada placa consumiu no mês e divide pelo que ela rodou. Aí dá para comparar um caminhão com o outro e descobrir qual está comendo o lucro.
Cadastre os veículos, vincule os motoristas e deixe o sistema avisar antes de cada vencimento.